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Por que a Grã-Bretanha não colonizou a Etiópia?

Existem várias razões pelas quais a Grã-Bretanha não colonizou a Etiópia:

Restrições geográficas:O terreno acidentado e a paisagem montanhosa da Etiópia tornaram-na um desafio para conquistar e controlar. As barreiras naturais do país constituíam obstáculos formidáveis ​​a quaisquer potenciais invasores.

Resistência Etíope:A Etiópia teve uma longa história de independência e uma forte identidade nacional. Os etíopes resistiram ferozmente às incursões estrangeiras e repeliram com sucesso várias tentativas de conquista por várias potências, incluindo os italianos no final do século XIX.

Manobras Diplomáticas:A Etiópia manteve relações diplomáticas com as potências europeias e jogou-as umas contra as outras para manter a sua independência. O imperador Menelik II jogou habilmente os britânicos, franceses e russos uns contra os outros, evitando que qualquer potência ganhasse uma influência dominante no país.

Unidade Interna:Ao contrário de muitas outras regiões africanas que estavam fragmentadas em termos étnicos e políticos, a Etiópia tinha um forte sentido de unidade nacional e um governo centralizado. Esta coesão tornou difícil às potências externas explorar as divisões internas e exercer controlo.

Reconhecimento Internacional:As potências europeias, incluindo a Grã-Bretanha, reconheceram a soberania e a independência da Etiópia. A Etiópia foi uma das poucas nações africanas que evitou a colonização formal e manteve a sua integridade territorial.

Considerações Económicas:A Grã-Bretanha tinha outras colónias mais lucrativas em África que proporcionavam acesso a recursos e matérias-primas valiosas. A Etiópia, embora tivesse recursos próprios, não ofereceu o mesmo nível de incentivos económicos que alguns outros territórios africanos.

Importância Estratégica:A importância estratégica da Etiópia, particularmente em termos do seu acesso ao Mar Vermelho, não era tão crítica como outras regiões de África. A Grã-Bretanha concentrou-se em garantir o controlo das principais vias navegáveis ​​e portos estratégicos noutros locais, como o Canal de Suez e o Cabo da Boa Esperança.